Toda origem
importa. Conhecer abre caminhos.

Um projeto social em estruturação para aproximar famílias da informação genética e da orientação sobre filiação.

Lia, mascote do DNAZIN, explora um jardim com seu kit de DNA.
Grandes descobertas começam
com uma pergunta.

O DNAZIN está em fase de desenho do piloto. Fluxo, parceiros e operação ainda dependem de validação.

Clareza
Sem promessas antes da validação.
Cuidado
Decisões informadas e sem julgamento.
Privacidade
Proteção de dados desde o início.

Como o projeto funciona

O DNAZIN propõe conectar acolhimento, coleta orientada, análise técnica e orientação em um fluxo compreensível.

Acolher com escuta e clareza.

A família conhece a proposta, esclarece dúvidas e entende os limites do exame antes de decidir participar.

Nesta etapa
Triagem, informação e consentimento adequado.
Entrega esperada
Decisão informada sobre seguir ou não com o atendimento.
Conceito visual do kit DNAZIN de paternidade
Conceito visual do kit DNAZIN de maternidade

Conceito de coleta de saliva para investigação de paternidade.

Um kit pensado para orientar e acolher

O conceito reúne materiais de coleta, identificação e orientação em uma experiência acessível.

Antes
Informação, triagem e consentimento.
Durante
Coleta orientada e identificação das amostras.
Depois
Rastreabilidade, resultado e orientação segura.

Imagem conceitual. A composição definitiva depende do desenho operacional do piloto.

O cenário do registro no Brasil

Os dados ajudam a compreender o cenário registral. Eles não definem afeto, cuidado ou a diversidade das famílias brasileiras.

Brasil, 2025 172.923

registros de nascimento sem o nome do pai em 2025: 6,9% dos registros da base consultada.

Explore os dados por estado
~7 em 100registros na base
2.509.488

nascimentos registrados no Brasil em 2025.

Reconhecer a filiação é um direito. O artigo 27 do ECA define esse reconhecimento como personalíssimo, indisponível e imprescritível.

Consultar o ECA

Explore os dados do seu estado

Toque no mapa ou escolha um estado. Compare os registros sem o nome do pai com o total de nascimentos registrados na mesma base e no mesmo ano.

Selecione uma unidade federativa para consultar os registrosRondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal
Até 5%Mais de 5 a 7%Mais de 7 a 9%Mais de 9%

Cores indicam a proporção de registros sem o nome do pai. Contornos: IBGE. O Distrito Federal também está disponível no seletor.

Brasil

Visão nacional · 2025

172.923

registros sem o nome do pai

Total de nascimentos registrados
2.509.488
Proporção no mesmo recorte
6,9%

Cerca de 7 em cada 100 registros na base nacional.

Proporção em três anos

Por onde começarProcure um Cartório de Registro Civil ou a Defensoria Pública do seu estado para orientação sobre filiação.

Consultar o painel oficial
Entenda os dados e consulte a tabela dos 27 estados

Fonte: CSV público do Portal da Transparência do Registro Civil (ON-RCPN), consultado em 06/09/2026. Somamos os campos de nascimentos e pais ausentes por UF e ano, de janeiro a dezembro. A base pode receber atualizações posteriores. Os dados de 2026 não entram por estarem parciais no arquivo consultado.

Como ler: percentual = registros sem nome do pai ÷ total de nascimentos registrados × 100. As diferenças para o Brasil são expressas em pontos percentuais. Esses registros já existem: o indicador não mede pessoas sem certidão, abandono afetivo ou diagnóstico de saúde mental.

Limitação da fonte: há duas linhas municipais com pais ausentes acima dos nascimentos (Carauari/AM, agosto de 2024, e Pacaraima/RR, setembro de 2023). Mantivemos os valores publicados, sem estimar correções. Os totais por estado não apresentam essa inconsistência.

Baixar dados agregados (CSV) · Arquivo original do Registro Civil

Registros por UF · 2025
UF / estadoRegistrosSem nome do paiProporção

Registro civil: o primeiro documento

O registro civil documenta a identidade da pessoa: nome, nascimento e filiação. A certidão comprova essas informações e serve de base para outros documentos.

Saiba mais sobre o registro civil ↗
O registro e a primeira certidão são gratuitos?

Sim. A lei assegura a gratuidade do registro civil de nascimento e da primeira certidão. Para outras vias e situações específicas, consulte o cartório.

Lei nº 9.534/1997
É preciso esperar o reconhecimento do pai?

Não. A mãe pode fazer o registro sozinha, e o nome do pai pode ser incluído posteriormente pelo procedimento cabível. Não adie o registro da criança para aguardar um exame de DNA.

Orientação do Ministério dos Direitos Humanos
Ter registro sem o nome do pai é estar sem registro?

São situações diferentes. A criança registrada apenas com a filiação materna tem registro civil. O reconhecimento paterno trata da filiação; o sub-registro trata de nascimentos que não foram registrados.

Um exame de DNA altera a certidão automaticamente?

Não. O resultado informa sobre o vínculo biológico. A inclusão da filiação na certidão depende do procedimento de reconhecimento ou da decisão competente. Um cartório ou a Defensoria Pública pode orientar cada caso.

Orientações do CNJ

Informação também pede acolhimento

Conversas sobre origem e filiação podem despertar dúvidas e emoções diferentes em cada pessoa. Escuta, vínculos de confiança e acesso a apoio fazem parte de uma abordagem cuidadosa.

Escuta

Dar espaço para perguntar.

Converse de forma adequada à idade, respeite o tempo da criança ou adolescente e acolha emoções sem exigir uma reação específica.

Vínculos

Valorizar quem cuida.

Relações protetivas podem ser construídas com mães, pais, avós, outros familiares, responsáveis e pessoas de confiança. A diversidade familiar merece respeito.

Uma informação não define uma pessoa.

Ausência do nome paterno no registro não é diagnóstico de saúde mental e não permite concluir que houve abandono. O exame de DNA também não garante bem-estar emocional ou a construção de vínculos afetivos.

Conteúdos de saúde mental do UNICEF · Relações protetivas e rede de apoio

Uma rede próxima das famílias

O documento do projeto propõe pontos de entrada próximos da vida cotidiana. Eles representam possibilidades de articulação, não parcerias confirmadas.

Acolhimento próximo do início da história.

Saúde e nascimento

UBS e maternidades podem apoiar identificação, orientação e encaminhamento em situações que pedem esclarecimento de vínculo.

Possibilidade para desenho do piloto. Não indica parceria ou operação ativa.

DNA é informação sensível.

Entenda a LGPD

Finalidade claraCada uso deve ser explicado antes da coleta.

Consentimento adequadoAtenção especial a crianças e adolescentes.

Acesso restritoSomente o mínimo necessário para o atendimento.

Um piloto para aprender e aprimorar

Os cenários abaixo ajudam a conversar sobre capacidade. Eles não representam resultados, economia ou reconhecimento garantidos.

Cenário inicial100

atendimentos como referência de capacidade do piloto

Acompanhar
adesão, tempo por etapa e encaminhamentos
Aprender
barreiras de acesso e experiência das famílias
Ajustar
fluxo, governança, privacidade e rede de apoio

Converse com a equipe sobre o piloto

Municípios, organizações, empresas e apoiadores podem colaborar na validação do modelo.

Fontes e transparência Mapa, registro e saúde mental revisados em setembro de 2026